21 de abr de 2013

HISTÓRIA DO SUSHI


HISTÓRIA DO SUSHI

     País-arquipélago é do mar que o Japão retira os principais alimentos que compõem a sua cozinha.
Os peixes, as algas e frutos estão presentes em praticamente todos os pratos da culinária japonesa.
    As terras são montanhosas e são poucos os locais onde é possível desenvolver a agricultura. O arroz é uma cultura de alta produção em áreas pequenas.
    O sushi é a combinação do arroz com os pescados crus. Apesar de parecer uma combinação estranha e exótica é, na verdade, uma combinação logicamente adaptada aos produtos regionais.
     Antigamente os peixes para serem transportados para outros lugares eram conservados no arroz cozido. Os japoneses sabiam que o arroz liberava o ácido acético e láctico que garantiria a qualidade por mais tempo. A técnica também era usada pelos pescadores que ficavam pescando em alto mar, criando-se assim o sushi prensado.
     No século XVIII um cozinheiro chamado Yohei decidiu parar de utilizar o peixe fermentado e passou a oferecer algo parecido com o que conhecemos por sushi. A preparação se tornou muito popular em Osaka que na época era a capital comercial do Japão. Era justamente nesta cidade que se reuniam os comerciantes de arroz.
Osaka está situada na região de Kansai e assim ficou conhecido o estilo de sushis enrolados em algas, decorados e apresentados de forma alegre e colorida.
    Já na região de Tókio o estilo era o Edo e cujo melhor exemplo é o nigirizushi, aquele bolinho de arroz coberto com o peixe sem a utilização da alga.
     Em meados do século XIX, começou-se a utilizar o vinagre, o wassabi e o gengibre, pois eles tinham fortes poderes antibacterianos e havia uma grande preocupação quanto a manipulação e o consumo dos peixes crus. Surgiram assim, os primeiros quiosques que faziam sushi no formato que conhecemos hoje.
Escolha dos Frutos do Mar ;
     Os frutos do mar são presença quase que obrigatória em todos os pratos da cultura japonesa.
     Os peixes são consumidos praticamente crus, por isso, deve-se ter muito cuidado ao escolher estes ingredientes. Eles devem estar o mais fresco possível, cortados e temperados conforme a indicação de cada receita.
Os mais utilizados são o atum, o salmão, namorado, o cara-pau, o camarão e as lulas.
Tipos de Sushi;      Existem vários tipos diferentes de sushis e, de acordo com o formato e recheio, recebem nomes diferentes.
Os mais conhecidos são:
Califórnia; 
     Versão americanizada de uramaki, é uma boa opção para quem não gosta de peixe cru. Vem com kani, pepino e manga (ou abacate). Algumas vezes o sushiman inclui maionese, outras vezes cream cheese..
Hossomaki ;
      É o arroz e o recheio envoltos em alga marinha. Hosso quer dizer fino e maki significa "enrolado", daí, "enrolado fino".
Conforme o recheio usado, o hossomaki leva um nome diferente:
Tekamaki - de atum.
Kapamaki - de pepino.
Shakemaki - de salmão.
Nigiri; 
     Bolinho de arroz em forma alongada coberto com fatias de peixe cru ou ainda polvo e camarões. Sempre preparados à mão sem a ajuda de esterinhas ou formas e apresentados em pares. O movimento da mão ao fazer este bolinho leva o nome, em japonês, de niguiri, daí o nome deste sushi.
       As pessoas tendem a "molhar" o arroz do niguiri no shoyo, mas o certo conforme a cultura oriental é "molhar" o peixe.
Temaki; 
     É o cone de alga recheado com arroz, peixe e pepino. O nome quer dizer "enrolado na mão" (Te=mão).
A alga marinha do temaki tem que estar bem sequinha e crocante. Se você demora para comer (quando pede para entregar em casa, por exemplo), a alga amolece com a umidade e fica "borrachenta".
Uramaki; 
      Arroz sobre folha de nori (alga), tiras de peixe ou outros ingredientes, enrolado de forma que o arroz fique na parte externa. Ura quer dizer "fora". O uramaki normalmente vem com gergelim, que além de enfeitar, dá um sabor especial. Depois é cortado em 6 unidades. O mais conhecido é o uramaki califórnia.
      A culinária japonesa é uma arte muito delicada. Formas e cores compõem os pratos servidos em travessas laqueadas, cerâmica trabalhada, bambu trançado, ou madeira decorada. Em qualquer refeição os ingredientes são perfeitamente combinados e apresentados com visual magnífico.
      No caso dos sushis, capriche na apresentação. Escolha um prato bonito, de preferência liso para contrastar com as cores e formas dos sushis. Sirva com fatias de gengibre agridoce que ajuda a neutralizar o paladar do peixe. Para dar mais sabor aos sushis e ajudar a compor o visual, utilize o gergelim. O wasabi (raiz forte) e shoyo (molho de soja) também são acompanhamentos obrigatórios.
       Essa é uma culinária mais leve e natural e quase não tem temperos e especiarias, assim as pessoas podem apreciar o gosto real dos alimentos. E ao contrário do que muitos pensam, não se come apenas peixe cru, ela é bem variada, sem contar com a bela aparência, que dá vontade de comer com os olhos.
     Um dos possíveis motivos relacionados à longevidade do povo japonês é a alimentação, constituída por arroz, algas, legumes, verduras, frutos do mar e muito peixe.
     “O arroz é um alimento nutritivo, fonte de carboidrato, um nutriente energético. Verduras e legumes são alimentos ricos em vitaminas e minerais e desempenham papel regulador no organismo, de vital importância.”
      Os peixes são ricos em proteínas de alto valor biológico, além de serem fontes de vitamina B1, A, D e E, e também cálcio, sódio, zinco, etc. Eles possuem gordura insaturada, um tipo de gordura boa para o organismo pois contém ácidos graxos ômega 3 e 6, que são substâncias que ajudam a prevenir o aparecimento de diversas doenças.
Conheça agora algumas preparações da culinária japonesa:
       É a combinação do arroz avinagrado coberto ou misturado com ingredientes frescos, geralmente peixe ou outro fruto do mar. Na verdade os ingredientes desta preparação dependem muito da região. Hoje em dia existem vários tipos e combinações. Uma unidade de sushi tem em média 22 kcal.
Sashimi ;
       São fatias de peixe cru, pode-se utilizar peixes de água salgada ou de água doce, porém é mais comum os de água salgada, como atum, salmão, robalo, linguado, etc. Os apreciadores desta preparação, seguem o ritual de mergulhar o sashimi no molho shoyu com wasabi antes de consumir. Um sashimi tem aproximadamente 18 kcal.
Tempurá; 
       Leve e crocante, este é um dos pratos mais conhecidos, talvez a primeira preparação consumida no Japão a ser apreciada pelos brasileiros. Verduras, legumes e frutos do mar envolvidos em uma massa e frito, assim é feito o tempurá. Uma unidade de tempurá tem em média 50 kcal.
Misso Shiru; 
     É uma sopa de soja que é preparada misturando missô, uma massa feita com grãos de soja e água fervente, também é adicionado algas, legumes, tofu, etc. A maioria dos japoneses toma essa sopa diariamente. Uma porção tem em média 50 Kcal.
Harumaki; 
      Rolinho primavera de massa fina e crocante. Pode ser encontrado salgado ou doce. É uma preparação chinesa, mas muito consumida pelos japoneses. As calorias do harumaki podem variar bastante, dependendo muito do recheio. Mas de maneira geral são bem calóricos por serem fritos.
Gyoza; 
    De origem chinesa, a gyoza é um pastelzinho de carne de porco, que pode ser servido de várias maneiras: frito em imersão, no vapor ou na chapa. Uma unidade (100 g) de gyoza frito pode chegar a ter 300 kcal.
Temperos e molhos; 
      Wasabi: também conhecido como raiz forte, é um tempero em pasta utilizado para acompanhar o sushi e o sashimi.
Misso tare: molho de pasta de soja, geralmente utilizado com empanados.
Shoyu: molho de origem japonesa, feito à base de soja, utilizado amplamente na culinária japonesa.
Hashis
      Os hashis (palitinhos ou pauzinhos) são os talheres da cozinha oriental. O principal material usado na fabricação é a madeira, mas também encontramos de marfim, bambu, metal, etc. Para nós brasileiros faz parte do ritual aprender a comer com o hashi.
       Existem algumas regras para segurar os hashis: não fique balançando os pauzinhos no ar e também não passe os alimentos de um hashi para o hashi de outra pessoa. Os pauzinhos são delicados e não devem ser utilizados para perfurar os alimentos.
       Agora que você conhece mais sobre as preparações da deliciosa culinária japonesa, aprecie. Os pratos em geral são bem nutritivos e pouco calóricos. Bom apetite!

MOLHO PESTO


MOLHO PESTO
INGREDIENTES

4 dentes de alho
1 colher de chá de sal
1 xícara de chá de folhas de manjericão, fresco
3 colheres de chá de pinoli ou nozes, sem casca
100 g de queijo pecorino ou parmesão, ralado
1/2 xícara de chá de azeite
Pimenta do reino a gosto

MODO DE PREPARO

Descasque os dentes de alho, passe pelo espremedor e coloque em uma tigela
Adicione a colher de chá de sal e misture muito bem
Triture os pinoli ou as nozes (no processador, com um pilão ou com as mãos) e junte alho e sal
Lave as folhas de manjericão
Seque e pique em pedaços bem pequenos
Coloque também na tigela
Acrescente o queijo e o azeite e misture muito bem até obter uma pasta homogênea
Tempere com um pouco de pimenta do reino e conserve em um vidro esterilizado

15 de abr de 2013

HISTÓRIA DO CURRY



HISTÓRIA DO CURRY
O que é o curry? Hoje, a palavra descreve um número desconcertante de legumes guisados ​​de carne picante e de lugares tão longínquos como o subcontinente indiano, no Pacífico Sul, e Ilhas do Caribe. Há pouco consenso sobre o que realmente constitui um curry. E, até recentemente, como e quando caril apareceu pela primeira vez era um mistério culinária também.


O termo provavelmente deriva kari , a palavra de molho em Tamil, um idioma sul-indiano.Perplexo com grande variedade dessa região de pratos salgados, 17 ª do século comerciantes britânicos aglomeradas todos eles sob o termo de curry . Um curry, como os britânicos definiu, pode ser uma mistura de cebola, gengibre, açafrão, alho, pimenta, pimenta, coentro, cominho e outros temperos preparados com marisco, carne ou legumes.

Essas curries, como o curry que conhecemos hoje, foram o subproduto de mais de um milênio de comércio entre o subcontinente indiano e outras partes da Ásia, o que proporcionou novos ingredientes para apimentar tradicionais guisados ​​indianos. Após o ano 1000, os muçulmanos trouxeram suas tradições próprias de cozinha do oeste, incluindo o uso pesado de carne, enquanto os comerciantes indianos levados para casa especiarias novos e exóticos como dentes do Sudeste Asiático. E quando o construído Português-se os seus centros comerciais, na costa oeste da Índia, no 16 º século, jogaram pimenta do Novo Mundo para o pote. (Seu picante vindaloo pode soar como Hindi, mas, na verdade, a palavra deriva dos termos portugueses para os seus originais ingredientes centrais:. vinho e alho)
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Mas o curry original, anterior à dos europeus presença na Índia por cerca de 4.000 anos. Os moradores que vivem no auge da civilização do Indo usado três ingredientes chave caril-alho, gengibre e açafrão em sua cozinha. Esta proto-caril, de fato, foi comido muito antes de árabes, os comerciantes chineses, indianos e europeus dobraram os oceanos nos últimos mil anos.

Você pode estar se perguntando como na terra, ninguém pode saber o que as pessoas estavam cozinhando 4.500 anos atrás. Enquanto os antigos deixaram para trás a abundância de vasos quebrados e fundações de tijolos de barro da casa, eles geralmente não nos deixou suas receitas. E alimentos, ao contrário de panelas, rapidamente decair.

Mas, graças aos avanços tecnológicos, os cientistas podem identificar pequenas quantidades de restos de plantas deixadas por refeições cozinhadas milhares de anos atrás. Não é uma tarefa fácil, os pesquisadores devem reunir esqueletos estavam em ruínas e encontrar antigos pratos sujos antes de usar microscópios potentes laboratório para identificar os ingredientes de pratos antigos. Mas o esforço está valendo a pena, na forma de evidências de que caril pode ser muito, muito mais velho do que se pensava anteriormente.

A sociedade Indo começou a florescer em torno do mesmo tempo que os antigos egípcios construíram suas pirâmides e mesopotâmios construíram as primeiras cidades grandes no Iraque de hoje. Apesar de ser menos conhecido do que os seus primos mais famosos para o Ocidente, a civilização Indus ostentava uma meia dúzia de centros de grandes e cuidadosamente planejado urbanas com água sofisticado e sistemas de esgoto incomparáveis ​​até a época romana. Durante seu auge, entre 2500 aC e 1800 aC, o Indus dominado uma área de terra maior que qualquer antigo Egito ou da Mesopotâmia, que abrange grande parte do Paquistão de hoje e mais do oeste da Índia, no extremo oeste, da costa iraniana, tão ao norte como o Afeganistão, e, tanto a leste como os subúrbios de Nova Delhi. Mas ao contrário da escrita hieroglífica e cuneiforme da Mesopotâmia, Egito e escribas, os símbolos estranhos deixados para trás por seus colegas Indo ainda não foi decifrado por estudiosos de hoje. Decifrar suas tradições alimentares tem, até recentemente, sido igualmente desafiador.


Os arqueólogos já sabiam como identificar algumas sobras antigos. O maior avanço ocorreu na década de 1960, quando começou a cair escavadoras solo de seus sites, particularmente em lugares onde a comida provavelmente foi preparado-para telas de malha. Os cientistas então lavou a terra afastado com água, deixando para trás pequenos pedaços de pedra, ossos de animais, sementes e pequenos de trigo, cevada, milho-miúdo e feijão. Este método de flutuação permitiu aos cientistas reunir um esboço de uma dieta antiga."Mas as especiarias são ausentes na macro-botânico recorde", diz o arqueólogo Arunima Kashyap Universidade Estadual de Washington Vancouver, que, junto com Steve Weber, fez a descoberta.

Trabalhando com outros arqueólogos indianos e norte-americanos, os dois aplicados novos métodos para identificar os restos indescritível de especiarias que não aparecem em tanques de flutuação. Em vez de analisar sujeira do Indus cozinhas, coletaram panelas da antiga cidade de Farmana, um acordo modesto que prosperou no final do terceiro milênio  (Hoje, ele é um oeste duas horas de carro de Nova Deli.) Eles também obteve dentes humanos a partir de o cemitério da mesma época.


Voltar em seu laboratório, Kashyap usou o que é conhecido como análise de grãos de amido. O amido é a principal forma que as plantas armazenam energia, e pequenas quantidades de que pode permanecer muito tempo depois de a planta em si tem se deteriorado. Se uma planta foi aquecida-cozido em um dos fornos de estilo tandoori frequentemente encontradas em sítios do Indo, por exemplo, em seguida, os seus pequenos restos microscópicos pode ser identificado, uma vez que cada uma das espécies de plantas deixa a sua própria assinatura específica molecular. Para um leigo olhando através de um microscópio, aqueles permanece olhar como bolhas aleatórias.Mas, para um pesquisador cuidadoso, eles contam a história do que um cozinheiro caiu na panela do jantar há 4.500 anos.

Examinando os dentes humanos e os resíduos das panelas, Kashyap avistou os sinais reveladores de cúrcuma e gengibre, dois ingredientes fundamentais, ainda hoje, de um curry típico. Isto marcou a primeira vez que pesquisadores haviam encontrado traços inconfundíveis de especiarias na civilização do Indo. Querendo ter certeza, ela e Weber levou para suas cozinhas, em Vancouver, Washington. "Temos receitas tradicionais, pratos cozidos, em seguida, examinou os resíduos para ver como as estruturas quebrou", Weber lembra. Os resultados combinados que tinham descoberto no campo. "Então, nós sabíamos que tínhamos o registro mais antigo de gengibre e açafrão." Datada de entre 2500 e 2200 aC, os achados são a primeira vez tempero foi identificado na Indo. Eles também encontraram um dente de alho carbonizada, uma planta que foi utilizado nesta época por cozinheiros do Egito para a China.


Eles encontraram evidências de apoio adicional de gengibre e açafrão uso em dentes vaca antigos descobertos em Harappa, uma das maiores cidades do Indo, localizado no Paquistão a oeste da fronteira com a Índia. Por que gado a comer caril pratos de estilo?Weber observa que na região hoje, as pessoas costumam colocar sobras fora de suas casas para que passeiam vacas para mastigar. Existem inúmeras imagens antigas Indo de gado em terracota selos, sugerindo que durante os tempos do Indo, as pessoas podem ter considerado como vacas sagradas, como os hindus fazem hoje. As ruínas Harappan também contêm evidências de frangos domésticos, que provavelmente foram cozidos em fornos tandoori aqueles estilo e comido.

E o que seria um proto curry-se sem um lado de arroz? Muitos arqueólogos pensavam que os povos Indo eram restritos a alguns grãos como trigo e cevada. Mas arqueólogo da Universidade Cambridge Jennifer Bates, parte de um conjunto indiano-britânico equipe, tem vindo a analisar a abundância relativa de várias culturas em dois locais da vila perto de Masudpur de hoje, também a oeste de Nova Deli. Ela descobriu que os moradores cultivavam uma grande variedade de culturas, incluindo o arroz, lentilhas e feijão verde.Encontrando quantidades significativas de arroz foi uma surpresa particular, uma vez que o grão foi pensado para ter chegado apenas no final da civilização Indus. Na verdade, os habitantes de uma aldeia parecem ter arroz preferido para trigo e cevada (embora o milheto foi a cultura favorito).

O que isso significa para a forma como pensamos sobre a culinária do sul da Ásia, hoje?Graças a Kashyap e Weber, sabemos que curry é não só entre os pratos mais populares do mundo, mas também pode ser a mais antiga cozinha continuamente preparado no planeta. Vasant Shinde, arqueólogo da Universidade de Pune, na Índia, que dirige a escavação em Farmana, está encantado com a descoberta. Ele diz que o achado demonstra que a civilização do Indo foi pioneiro não só canalização bom e bem planejadas cidades, mas um dos mais amados do mundo cozinhas. "Tenho vindo a defender há muito tempo que as pessoas [Indo] são responsáveis ​​por introduzir a maior parte das tradições do sul da Ásia", diz ele, "e isso inclui frango tandoori."
Este artigo foi publicado originalmente  Washington State University Vancouver 

PASTEL DE CHOCLO À ELOISA


PASTEL DE CHOCLO À ELOISA
Uma torta divina, que vem a ser o prato típico nacional do Chile, criada pelos índios mapuches, modificada com ingredientes brasileiros,receita desenvolvida especialmente  para minha irmã Eloisa Schmitt,residente no Chile.

Ingredientes:
8 espigas de milho
1 kg de carne moída
4 xícaras de cebola picada bem fininha
1 colher de chá de cominho
1 colher de chá de páprica picante
1 xícara de leite
1 xícara de azeitonas preta
50 gramas de uvas passas
1 e ½ kg de frango
2 e ½ colher de chá de açúcar (para polvilhar)
óleo de milho ou girassol
sal
pimenta
Modo de preparar:

1 - Leve uma panela média ao fogo, coloque um pouco de óleo e quando estiver quente, junte a carne e deixe dourar, acrescente a cebola picada em cubinhos pequenos, as passas previamente hidratadas, cominho, sal, e pimenta. Mexa tudo muito bem com uma colher de pau.
Refogue em fogo lento por uns 15 minutos.
Retire do fogo e junte as azeitonas pretas.

2 - Lave e limpe muito bem o frango, corte em pedaços pequenos e em uma outra panela, refogue com um pouco de azeite bem quente por uns 25 minutos. Se for necessário, adicionar ½ xícara de caldo de galinha.

3 - À continuação;
Lave bem as espigas de milho, e com uma faca separe os grãos da espiga, coloque os grãos de milho em um liquidificador e em seguida coloque este creme de milho em uma outra panela em fogo lento e acrescente aos pouquinhos o leite. Se notar que está ficando muito liquida, não utilize toda a xícara de leite. Deixe cozinhar em fogo médio por 2 a 4 minutos para que fique espessa. Mexa muito bem com uma colher de pau para não grudar.

4 - Para terminar, coloque em uma travessa refratária ou em uma panela de barro, a carne moída, e os pedaços de frango bem distribuídos. Despeje a massa de milho com leite sobre a carne e o frango, cobrindo completamente. Alise bem a massa de milho com uma colher molhada. Polvilhe com açúcar e leve ao forno pré-aquecido por cerca de 30 minutos em uma temperatura media. Posteriormente suba a temperatura ao máximo por mais 10 minutos.
Obs; Para decorar, salpique salsa desidratada.
Espero que mi hermana que le guste esta receta!!!!Bjs..

14 de abr de 2013

HISTORIA CULINÁRIA ALEMÃ GANSO ASSADO



HISTORIA CULINÁRIA ALEMà

Culinária Alemã 

Os cafés e tabernas alemães servem sopas, sanduíches, saladas e bolos. Uma Gasthaus ou Gasthof costuma oferecer os pratos típicos da região. Os bares são os preferidos pelos alemães que querem comer uma comida caseira acompanhada com cerveja ou vinho. O café da manhã se compõe de pão com presunto, mel, rodelas de carne cozida, queijo e um ovo cozido. É comum que nos domingos à tarde se tome um Kaffee und Kuchen (café com bolos). 
Os alemães são orgulhosos de seus queijos e as salsichas e presuntos de Alemanha alcançaram fama internacional, em particular a Frankfurter e o presunto de Vestefália, mas existem dezenas de variedades regionais igualmente saborosas embora não sejam tão conhecidas. O melhor lugar para encontrar todo tipo de salsichas e queijos é nas feiras livres de cada cidade. 

Schweinehax'n é o pé de porco e geralmente é servido com Blaukraut (repolho roxo) e Knödel (bolinho), todas comidas muito típicas nas cervejarias alemãs. 
A cozinha alemã varia muito de uma região para outra. Lá, a culinária é associada a pratos substanciosos, com muita salsicha, carne de porco - a mais popular-, além de tortas e bolos tentadores. Mas, com a apresentação de pratos mais leves e refinados, há duas décadas que esta imagem vem sendo mudada, o que não abafa o cardápio e os ingredientes tradicionais, com uma produção de 1500 tipos de salsicha, além de uma variedade enorme de queijos e presuntos. 

As regiões sudoeste, Bavária e Suabia, compartilham muitos pratos da sua culinária com os países vizinhos ao sul, Suíça e Áustria. Ao oeste, a culinária francesa tem influência maior, enquanto que as regiões ao leste da Alemanha têm em comum com a comida do Leste Europeu, onde há influência escandinava nas regiões costeiras do nordeste. 

Carnes na comida alemã; 

Porco, bife e aves são as principais variedades de carnes consumidas na culinária alemã. 
Entre as aves, está a carne de galinha, embora pato, ganso e peru estejam bem estabelecidos na culinária alemã. 
Carne da caça, especialmente de javali, coelho e veado, são disponíveis no ano todo. 

Peixe na comida alemã; 

A truta é o peixe de água doce mais comum na culinária do país, embora lúcio, carpa e perca também sejam. Frutos do mar eram tradicionalmente restritos às áreas costeira no nordeste - exceto pelo arenque. Hoje em dia, muitos peixes como o arenque, sardinha, atum, cavalinha e salmão têm sido bastante aceitos na culinária de todo o país. 

Vegetais na culinária alemã;

Os vegetais são geralmente consumidos em ensopados ou sopas, mas também podem ser servidos como pratos complementares. São comuns na comida alemã a cenoura, nabo, espinafre, ervilha, feijão e vários tipos de repolho. Cebolas fritas são uma adição comum a vários pratos de carne, exceto na culinária da Bavária. 
Aspargos, especialmente o branco, são bastante apreciados como um prato complementar ou principal. 

Temperos e condimentos na culinária alemã; 

Mostarda é um acompanhamento bastante comum às salsichas. Nas partes ao nordeste da Alemanha, há uma variedade doce da mostarda, a qual é quase exclusivamente servida com especialidades da Bavária, como Weißwurst e Leberkäse. Geralmente, com exceção da mostrada para salsichas, os pratos da culinária alemã raramente contém temperos e condimentos. 

Sobremesas na culinária alemã; 

Uma grande variedade de tortas e bolos está presente por todo o país e normalmente são feitos com fruta fresca, como maçã, ameixa, morango e cereja. Sorvetes também são bastante populares. 
A cozinha da Alemanha é muito variada e possui uma marca especial, dependendo 

de cada região do país. As pessoas associam a culinária alemã a pratos substanciosos, com muita salsicha, carne de porco, além de tortas e bolos tentadores. 

Os alemães produzem 1500 tipos de salsicha, além de uma variedade enorme de queijos e presuntos, famosos no mundo inteiro. 

Einsbein. Sauerkraut. Kassler. Apfelstrudel. Knödels, talvez. Apesar de encravada no meio do caminho entre a França e a Itália - donas das gastronomias mais importantes do continente -, a culinária alemã é pouco conhecida entre os brasileiros, exceto entre descendentes. A idéia geral é a de que se trata de uma cozinha "substanciosa" e "generosa" e que valoriza carnes de porco, repolho e cozidos. 

Esta idéia geral não está totalmente incorreta, mas ao resumir a cozinha germânica a este conceito perdemos uma dezena de detalhes e variações culinárias, que, como em qualquer país, mudam de região para região. 

Ao norte, por exemplo, onde as influências holandesas, escandinavas e polonesas misturam-se às tradições alemãs, encontramos sopas grossas, peixes e carnes defumadas. A Alemanha Central é conhecida por fazer uso de ingredientes como cerveja, pão e presunto, além de ragouts, vegetais frescos e doces folhados eslavos. No sul (em especial nas províncias de Baden e Rhineland, a terra do vinho), a carne de caça predomina. Na Bavária, por sua vez, os carros-chefes são as carnes e a pâtisserie. 

Uma característica marcante da comida alemã é a mistura de frutas às comidas salgadas, como a sopa de cerejas e a sopa de enguias (com cenouras, ervilhas, aspargos, ameixas e damascos secos) especialidades de Hamburgo. Na região da Floresta Negra, há o lombo de veado servido com maçãs e recheado com frutas vermelhas. O tradicional Himmel und Erde ("Céu e Terra") é feito de purê de batatas e maçãs e servido com lingüiças grelhadas. 

A weisswurst, por exemplo, é branca e leva vitelo, carne de boi e salsinha. Deve ser consumida de preferência fresca. A crocante bockwurst, mais conhecida aqui como salsichão de alho, pode ser pocheada ou grelhada. A frankfurter, uma das mais conhecidas, também é bastante crocante, mas mais fina e feita 100% de carne suína, diferentemente da wiener, a versão da frankfurter que permite carne bovina em sua composição. Ambas devem ser pocheadas, de preferência. A nurenberger, de carne de porco, ervas aromáticas e também branca, deve ser frita. 

Outros componentes típicos da cozinha alemã são os pães de todas as cores e formatos, como os integrais, de centeio e trigo ou ainda temperados gergelim e cominho (knackebrot e pumpernickel). Dentre os queijos, destaca-se o Quark, mole e normalmente misturado a cebolas, páprica e ervas. Variedades de carnes, peixes, frutos do mar e aves são encontradas em todo o país. Sim, alemães apreciam muito as ostras e mexilhões, assim como galinha e ganso. A carne moída típica de Berlim e Hamburgo virou o hamburger americano. 

Dentre os vegetais, claro, o repolho de todas as cores lidera a preferência. Mas a batata, como em muitos países europeus, também é muitíssimo usada. Dentre as frutas, as mais típicas são as maçãs e cerejas, geralmente transformadas em conservas, geléias e eaux-de-vie (como o kirsch). Como sobremesa, há doces folhados, biscoitos, perfumados bolos de especiarias, além do típico e gigante bolo de natal, o baumkuchen, em formato de árvore. O marzipã é um dos chamarizes da cidade de Lübeck, que clama para si a responsabilidade de ter inventado a especialidade confeiteira. 

Apesar de não ter a melhor reputação vinícola, especialmente no Brasil, a Alemanha possui vinhos preciosos. A bebida por excelência para acompanhar as refeições, no entanto, é a cerveja, claro. 

Mas para quem está com vontade de saborear a Fondue de Chocolate, não esqueça de incluir na mesa uma boa variedade de frutas, entre elas, o morango, a banana, a maçã, o abacaxi, o kiwi e a uva Itália. 

Em nenhum outro lugar do mundo, há tamanha variedade de pães como na Alemanha. 

Mas a culinária alemã vai bem além disso. Além das famosas salsichas, chefes de cozinha do país fazem parte da exclusiva elite mundial. Clique abaixo para ler sobre bolos, tortas e outras tradições gastronômicas alemãs. 

Alemães são loucos por pão; 

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: O que seria dos alemães sem o pão? 

A Alemanha tem mais tipos de pães do que qualquer outro país. E, todos os anos, novas variedades são criadas para atender o mercado. Os alemães chamam o pão de o alimento para a vida. E, realmente, a vida dos alemães seria muito difícil sem ele. 

Em muitos países, a padaria local ou as prateleiras do supermercado têm alguns tipos diferentes de pão: o pãozinho branco, o integral, e, com sorte, acha-se uma baguete. 

Mas se um estrangeiro entrar numa padaria alemã, encontrará uma oferta infinita do produto. Tem pão de centeio escuro e claro, pão branco, preto, com flocos de cereais, pão de legumes, de batata, etc. A variedade é imensa, do leve e macio pão branco, passando pelas nuanças das misturas de grãos, ao pesado pão preto com consistência de tijolo(pumpernickel). 

Abundância de padarias 

Padeiros alemães exibem seus produtos Todos esses pães precisam ser assados e vendidos e na Alemanha não falta quem faça isso. Existem no país mais de 18 mil empresas no setor. Há ofertas do produto em cada esquina alemã. 

As padarias alternativas têm se destacado neste segmento, pois a procura por produtos naturais e saudáveis cresceu nos últimos anos no país. 

Apesar de os alemães comerem quase todos os tipos de pães, as variedades do preto são as mais procuradas. Turistas podem torcer o nariz ao ver pães tão escuros lotando as prateleiras das padarias. Mas, para os alemães, quanto mais preto, melhor. Centeio é considerado o néctar dos deuses, e os padeiros alemães são virtuosos com os grãos. 

Em vez de peru, ganso assado; 

Ganso assado 
Ganso assado não é somente um prato festivo para a noite de Natal na Alemanha. Todos os anos, ele faz parte do cardápio da nação desde 11 de novembro, dia de São Martinho. Conta-se que o santo que não queria ser bispo se escondeu entre os gansos, quando foram buscá-lo, mas as aves delataram o seu esconderijo com seu alarido. 
Bolos e tortas alegram os olhos de quem vai a uma confeitaria alemã 

RECEITA 
GANSO ASSADO 
Ingredientes 
3 colheres de creme (ou leite) e amido de milho para engrossar o molho 
1 colher (chá) de manjericão fresco 
1 colher (chá) de estragão 
2 colheres de manteiga 
1 colher de açúcar 
1 ganso de aproximadamente 4 quilos com seus miúdos,
440 gramas de castanhas cozidas e descascadas 
3 maçãs vermelhas grandes 
½ litro de caldo de galinha 
250 ml de vinho tinto 
1 pão francês 
sal e pimenta 
Modo de preparo 
1. Lavar e secar o ganso, inclusive por dentro. 
2. Retirar toda gordura solta no seu interior. 
3. Esfregar sal e pimenta por dentro e por fora. 
4. Preparar primeiro o recheio. 
5. Descascar as cebolas, cortá-las em pedacinhos e refogá-las no óleo. 
6. Acrescentar os miúdos cortados, uma maçã descascada e picada em pedacinhos, as castanhas e o pão francês esmigalhado (pode ser substituído por 6 colheres de farinha de rosca). 
7. Temperar com sal, pimenta, manjericão e estragão. 
8. Os miúdos não precisam estar totalmente cozidos. 
9. Rechear o ganso e fechá-lo com agulha e linha ou pequenos espetinhos de metal. 

Assadura: 
1. Ele deve ser assado em 175 graus, demorando entre 3 horas e ½ e 4 horas. 
2. O recipiente ideal tem a forma de uma panela. 
3. Derramar o caldo aos poucos, para não secá-lo. 
4. Se o caldo acabar logo, continuar regando com salmoura. 
5. Algumas receitas recomendam temperaturas mais fortes durante ½ hora (240 graus), e que se diminuir o fogo depois para 140 graus. 
6. Isso garante um ganso mais macio. 
7. Para dourá-lo pode-se elevar o fogo no final. 
8. Nos últimos 10 minutos, acrescentar as maçãs partidas ao meio (mas com casca) e com um pouco de açúcar. 
9. Para fazer o molho, tirar o excesso de gordura do caldo. 

Molho: 
1. Retirado o ganso, o molho pode ser preparado na própria forma, acrescentando água e o vinho. 
2. Dissolver o amido de milho no leite para engrossar, temperar com sal e pimenta. 
3. O ganso é servido com repolho rouxo e Kartoffelklösse, uma espécie de bola de massa de batata, cozida em água. 
4. Batatas são outra alternativa.

HISTÓRIA DA PIZZA



HISTÓRIA DA PIZZA

Faz muito tempo que o homem saboreia a pizza. Como todo prato antigo, é difícil especificar sua origem, ainda mais se pensarmos que ela não é nada mais do que uma evolução do pão. 
Desde que foi descoberta a fermentação da massa de trigo e o forno, graças ao talento dos egípcios, há mais ou menos seis mil anos, começou-se a enriquecer os pães de forma achatada com diversos ingredientes, como azeitonas, ervas aromáticas e outros. 

Segundo anotações do poeta Virgílio, os gregos e romanos faziam pães semelhantes. Ele mesmo registrou a receita do moretum, uma massa não fermentada, assada, recheada com vinagre a azeite, coberta com fatias de alho e cebola crua. Se essa mesma massa fosse fermentada, Virgílio teria então a fórmula básica de uma pizza simples. 

Em Nápoles, na Idade Média, acreditava-se em duas coisas: no fim do mundo, que seria no ano 1000 DC, e nos valores nutritivos do lagano, massa de espessura muito fina, assada e cortada em tiras, que ao final era cozida com verduras. 

Embora tratasse do antecessor do talharim, parece que as variações sobre o lagano originaram o conceito de picea, e não muito tempo depois apareceria, pela primeira vez, na romântica Nápoles, a palavra pizza. Na verdade, no Sul da Itália até hoje a idéia de pizza abrange também as massas fritas e recheadas. 

A verdadeira personalidade da pizza, porém, só surgiu depois que a Europa co-nheceu o tomate, levado para lá pelos Americanos, descobrindo suas ricas aplicações na culinária. Finalmente, no século XVII, Nápoles começa a produzir sua pizza, atiçando a imaginação e a criatividade dos padeiros que enriqueciam o prato usando azeite, alho, muzzarela, anchova e os pequenos peixes cicinielli. Alguns "artistas" da culinária começavam até mesmo a dobrar suas massas recheadas, inventando assim e célebre calzone. 

Em 1830 foi aberta a primeira pizzaria Napolitana, chamada Port Alba, que em pouco tempo se transformou no ponto de encontro de pintores, poetas e escritores famosos da época. Um deles foi Alexandre Dumas que chegou mencionar em suas obras as variações de pizzas mais populares da segunda metade do século XIX. 

O autor de Os Três Mosqueteiros, chegou mesmo a anotar a receita de uma pizza feita com banha, toucinho derretido, queijo, cicinelli e tomate. 

Outro caso curioso acorreu em 1889, quando o Rei Umberto I e a Rainha Margherita passaram o verão em Nápoles no palácio Capodimonte. A rainha já havia ouvido falar muito no prato que se tornara típico daquela cidade. 

Os comentários na corte eram todos excitantes, mas ela mesma nunca havia provado uma pizza. Foi, então, chamado ao palácio um conceituado pizzaiolo, Don Raffaelo Esposito. 

Ele e sua mulher foram apresentados ao casal real, conduzidos à cozinha e imediatamente passaram a preparar sua especialidade. 

Ao final Don Raffaelo ofereceu aos reis vários tipos de pizza, mas a que mais agradou a rainha foi uma que irradiava as três cores nacionais da Itália verde, branco e vermelho, ressaltadas pela muzzarela, pelo tomate e pelo basilicão. 

Negociante esperto, Don Raffaelo batizou-a de Pizza Alla Margherita, o que lhe rendeu muitos lucros em seu restaurante e notoriedade histórica na culinária Italiana. Juntamente com a Pizza Napolitana a Pizza Alla Margherita, fez Nápoles conquistar a Itália, e logo, a Itália conquistar o mundo, através do meio mais agradável - o paladar. 

Junta-se a isso um vinho saboroso e uma canção aveludada para entendermos, afinal, porque a Itália ficará para sempre como a terra do prazer e da paixão. 

O Dia da Pizza é comemorado desde 1985. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração. 

A pizza, no formato que conhecemos hoje, surgiu no século XVI, quando os tomates, oriundos da América, foram introduzidos na culinária européia. Considerada alimento dos pobres do sul da Itália, era preparada com ingredientes baratos como alho, peixes e queijo. No começo do século XX, imigrantes italianos trouxeram para a América o disco mais delicioso das mesas brasileiras. Em 1905, surge a primeira pizzaria nos EUA: a Lombardi"s. No Brasil, diversos nomes são apontados por historiadores como os primeiros pizzaiolos, dentre eles o napolitano Carmino Corvino, que abriu sua Dom Carmenielo no bairro do Brás, em São Paulo. 

Existe certa polêmica acerca da origem da pizza. Embora quase todos pensem que o prato é invenção italiana, registros históricos apontam os egípcios como pioneiros ao criarem uma massa à base de farinha com água. Babilônios, gregos e hebreus também assavam massas misturando farinha de trigo e água em fornos rústicos ou tijolos quentes. No entanto, foram os napolitanos os primeiros a acrescentar temperos como manjericão a um disco de massa assado. 

Após aterrissar no Brasil, a pizza, alimento típico de cidades industrializadas, acompanhou as transformações pelas quais passou o país ao longo das décadas. À semelhança da miscigenação racial que caracteriza este país, as pizzas produzidas por aqui passaram a ser conhecidas pela incrível variedade de formatos e sabores que acompanham as características de cada região brasileira. 

As cidades de Nova Iorque e São Paulo se destacam quando o assunto é pizza. Embora a origem desse alimento seja europeia, os verdadeiros devoradores se encontram do outro lado do oceano. 

Qual é a origem da típica expressão brasileira "tudo acabou em pizza"? 

Reza a lenda que a origem remonta à década de 50, e envolve os diretores da Sociedade Esportiva Palmeiras, time criado pela colônia italiana paulistana. Certo dia, após calorosa discussão envolvendo os diretores do clube, todos acabaram indo parar em uma pizzaria no Brás. Muitos cálices de vinho e fatias de pizza depois, os envolvidos na briga acabaram por deixar a confusão para trás, sem maiores consequências. Provém daí o significado popular da expressão "acabar em pizza": algo que parte do nada e não chega a lugar algum. 
RECEITA DE PIZZA CALABRESA

Ingredientes

2 xícaras (chá) de leite
1/4 de xícara (chá) de óleo
3 ovos
3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
sal a gosto
2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Recheio:

1 xícara (chá) de molho de tomate
200g de linguiça calabresa defumada
300g de queijo mussarela ralado grosso
orégano e azeite a gosto
Modo de preparo;

No liquidificador bata o leite, o óleo, os ovos, o queijo, o sal, a farinha de trigo e o fermento. Abra a massa - que fica numa consistência mole - em duas fôrmas próprias para pizza, untadas e enfarinhadas. No forno preaquecido a 200ºC, pré asse as massas por 10 minutos. Em seguida, cubra os discos de massa com o molho de tomate, as rodelas de linguiça, a mussarela ralada, orégano e azeite. Volte ao forno, até o queijo derreter.

10 de abr de 2013

GOULASH HÚNGARO



GOULASH HÚNGARO
1 kg de carne bovina
50 g de banha
3 cebolas
2 batatas
2 tomates maduros
1 pimenta vermelha
2 colheres de sopa de pimentão (colorau)
1 colher de chá de pimenta caiena
Sal
Pimenta
2 litros de caldo de carne
Farinha de trigo

MODO DE PREPARO

Prepare a carne limpa de gorduras e cortada em cubos de 2X3 cm com sal, pimenta e farinha de trigo leve
Reserve
Aqueça a manteiga em uma panela de fundo grosso
Quando derreter acrescente a carne e deixe dourar um alguns minutos em fogo alto, mexendo para que doure por igual
Tapamos a panela para evitar que a carne perca mito suco
Separe a carne em um refratário para aproveitar todo o suco do cozimento
Reserve
No mesmo óleo na panela, refogue a cebola picada em tiras finas, em fogo médio, até ficarem macias
Adicione o tomate descascado e cortado eo caldo de carne
Aqueça e acrescente a carne com o suco que soltou, o pimentão, a páprica picante e a pimenta vermelha
Cubra e deixe ferver durante 2 horas, ou até a carne ficar bem macia
Adicione as batatas descascadas e cortadas em pedaços grandes
A versão mais básica deste prato é apenas carne, cebola e manteiga, fritas com um pouco de água e pimentão, indicativa da origem humilde do prato
O segredo de um bom goulash é a qualidade do pimentão, húngaro, se não podemos usar uma qualidade, tais como pimentão de La Vera, que tem um toque defumado delicioso
Goulash húngaro é servido como prato principal com pão
Se você gosta mais caldoso aumente a quantidade do caldo de carne e toma como sopa
Se você encontrar, adicione um pouco de creme azedo ao servir
Algumas pessoas adicionam creme para o molho engrossar, mas não tradicional